26/10/2010

Pipi das Notas Altas





…é uma empresa na Área Pedagógica que nasceu com o objectivo de proporcionar aos seus alunos a obtenção de resultados que lhes permita evoluir no seu percurso pedagógico.

Agora com novos ateliers:
Oficina de Leitura e Escrita Criativa por Dorina Mendonça
- Oficina de Expressão Dramática por Manuela Jorge
Atelier de Música por Silvia Mendonça
Ciclo de Recuperação de Conteúdos de Matemática por Dorina Mendonça


Contactos:
“Pipi das Notas altas, Centro de Estudos”
Avenida João Crisóstomo, nº 30 5º Andar
Espaço Ávila
1050-127 Lisboa
Telefone: 21 316 32 33
Telemóvel:  91 506 71 21/96 875 23 93
Fax: 21 330 37 33
www.pipidasnotasaltas.pt

ENCALHADAS




"As Encalhadas" é uma comédia musical que satiriza as angústias e prazeres de mulheres de diferentes classes sociais que em determinada altura das suas vidas se encontram sós, privadas de amor, carinho e sexo. Aparentemente convivem bem com o problema, mas ao longo do espectáculo vamo-nos apercebendo, através dos seus monólogos nocturnos, que não é verdade. Estas mulheres, apesar de possuírem características bem diferentes, encontram dificuldades muito semelhantes ao tentar lidar com o problema da solidão.

com Helena Isabel, Maria João Abreu e Rita Salema até 30 de Outubro no Teatro Villaret


O DIA DOS PRODÍGIOS





De 23 de Setembro a 14 de Novembro
Quarta a sábado às 21h00 | Domingo às 16h00
Ninguém se liberta de nada se não quiser libertar-se.
A acção decorre em Vilamaninhos, interior algarvio, não muito longe do mar, entre o Verão 1973 e a Primavera de 1974. Estamos no Portugal da guerra colonial: há uma madrinha de guerra e um soldado. Mas ecoam memórias da primeira guerra mundial e da implantação da república, e as pessoas desta pequena comunidade, que a emigração reduziu, parecem viver à margem do tempo, ocupadas em reviver o passado, presas em preconceitos ancestrais e conflitos caseiros. Até ao dia dos prodígios, o dia em que a aldeia vê uma serpente a voar...
Com a ironia deste texto de Lídia Jorge, muito próximo do realismo mágico, o espectáculo glosa as contradições tradicionais que estruturam e esclerosam o imaginário português.
Adaptação para teatro e encenação
Cucha Carvalheiro
Cenário
Ana Vaz
Desenho de luz
João Paulo Xavier
Figurinos
Maria Gonzaga
Apoio ao movimento
Madalena Victorino
Direcção Musical
Carlos Mendes
Assessoria Artística
Graça P. Correa

Com:
Carlos Paulo, Cristina Cavalinhos, Diogo Morgado, Elisa Lisboa, Filomena Cautela, Hugo Franco, José Martins, Lucinda Loureiro, Luís Lucas, Maria Emília Correia, Maria Ana Filipe, Rogério Vieira, Teresa Faria e as crianças António Teixeira e Duarte Teixeira 
Co-produção:
Fundação INATEL | Teatro da Trindade | Comuna - Teatro de Pesquisa

"A Pérola"



"A Pérola", adaptação a partir do conto original de John Steinbeck de 28 de Outubro a 27 de Novembro, no Teatro Cinearte, A Barraca pelas 21h30










Mais informações em www.companhiadaesquina.com

Bzzz, Bzzz, Bzzz - A União faz a Força




SINOPSE

Há muitos e muitos anos que as abelhas e os beija-flores vivem em rivalidade graças a um antigo desentendimento.

Bela (Tânia Pais Monteiro), uma jovem abelha que não entende o facto das abelhas só trabalharem, trabalharem, trabalharem, vai, devido a um acaso do destino, conhecer Bento ( Bruno Veloso), um jovem beija-flor, que anseia provar o mel das abelhas.
Alheios ao antigo desentendimento que afastas as suas famílias, Bela e Bento fazem nascer uma verdadeira amizade que levará à reconciliação das espécies e, no final de contas, a uma importante lição para todos.


ELENCO

Carolina Venâncio (Abelha), Inês Basto (abelha), Filipa Coutinho (Fada), Inês Veiga de Macedo (Abelha e Guardiã), Luciana Ribeiro (Rainha das Abelhas) , Nuno 'Dino' Rodrigues (Beija-flor e Formigão), Fernanda Paulo (Abelha) , José Lobato (Zangão), Bruno Veloso (Bento), Lourenço Esteves (Beija-flor), Tânia Pais Monteiro (Bela), Francisco Rebelo de Andrade (França), João Ascenso (Beija-Flor).

FICHA TÉCNICA

Texto e Encenação: Carlos Artur Thiré 
Musica e Direcção Musical: Dino e Telmo Lopes 
Coreografia e Direcção Artistica: Claúdio Figueira 
Cenografia: Clivia Cohen 
Figurinos: Marcelo Oliveira 
Desenho de Luz: Guto Silveira 
Operador de Som: Nuno Pires 
Direcção de Cena: João Zhoraide 
Assessoria de Imprensa: Dalila Venâncio 
Ilustrações: Sofia Dias 
Design Gráfico: Marco Reixa 
Fotografia: Paulo Costa 
Produção: Mafalda Gonçalves, Marta Freire, Paula Freire 
Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias


no Teatro Tivoli - Lisboa a partir de 24 Out. 2010




Crónica: Um segredo de um casamento Feliz








Desde que a Maria João e eu fizemos dez anos de casados que estou para escrever sobre o casamento. Depois caí na asneira de ler uns livros profissionais sobre o casamento e percebi que eu não percebo nada sobre o casamento.

Confesso que a minha ambição era a mais louca de todas: revelar os segredos de um casamento feliz. Tendo descoberto que são desaconselháveis os conselhos que ia dar, sou forçado a avisar que, quase de certeza, só funcionam no nosso casamento.

Mas vou dá-los à mesma, porque nunca se sabe e porque todos nós somos muito mais parecidos do que gostamos de pensar.

O casamento feliz não é nem um contrato nem uma relação. Relações temos nós com toda a gente. É uma criação. É criado por duas pessoas que se amam.

O nosso casamento é um filho. É um filho inteiramente dependente de nós. Se nós nos separarmos, ele morre. Mas não deixa de ser uma terceira entidade.

Quando esse filho é amado por ambos os casados - que cuidam dele como se cuida de um filho que vai crescendo -, o casamento é feliz. Não basta que os casados se amem um ao outro. Têm também de amar o casamento que criaram.

O nosso casamento é uma cultura secreta de hábitos, métodos e sistemas de comunicação. Todos foram criados do zero, a partir do material do eu e do tu originais.

Foram concordados, são desenvolvidos, são revistos, são alterados, esquecidos e discutidos. Mas um casamento feliz com dez anos, tal como um filho de dez anos, tem uma personalidade mais rica e mais bem sustentada, expressa e divertida do que um bebé com um ano de idade.

Eu só vivo desta maneira - que é o nosso casamento - vivendo com a Maria João, da maneira como estamos um com o outro, casados. Nada é exportável. Não há bocados do nosso casamento que eu possa levar comigo, caso ele acabe.

O casamento é um filho carente que dá mais prazer do que trabalho. Dá-se de comer ao bebé mas, felizmente, o organismo do bebé é que faz o trabalho dificílimo, embora automático, de converter essa comida em saúde e crescimento.

Também o casamento precisa de ser alimentado mas faz sozinho o aproveitamento do que lhe damos. Às vezes adoece e tem de ser tratado com cuidados especiais. Às vezes os casamentos têm de ir às urgências. Mas quanto mais crescem, menos emergências há e melhor sabemos lidar com elas.

Se calhar, os casais apaixonados que têm filhos também ganhariam em pensar no primeiro filho que têm como sendo o segundo. O filho mais velho é o casamento deles. É irmão mais velho do que nasce e ajuda a tratar dele. O bebé idealmente é amado e cuidado pela mãe, pelo pai e pelo casamento feliz dos pais.

Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso.

Ao contrário dos outros filhos, o primeiro nunca sai de casa, está sempre lá. Vale a pena tratar dele. Em contrapartida, ao contrário dos outros filhos, desaparece para sempre com a maior das facilidades e as mais pequenas desatenções. O casamento feliz faz parte da família e faz bem a todos os que também fazem parte dela.

Os livros que li dão a ideia de que os casamentos felizes dão muito trabalho. Mas se dão muito trabalho como é que podem ser felizes? Os livros que li vêem o casamento como uma relação entre duas pessoas em que ambas transigem e transaccionam para continuarem juntas sem serem infelizes. Que grande chatice!

Quando vemos o trabalho que os filhos pequenos dão aos pais, parece-nos muito e mal pago, porque não estamos a receber nada em troca. Só vemos a despesa: o miúdo aos berros e a mãe aflita, a desfazer-se em mimos.

É a mesma coisa com os casamentos felizes. Os pais felizes reconhecem o trabalho que os filhos dão mas, regra geral, acham que vale a pena. Isto é, que ficaram a ganhar, por muito que tenham perdido. O que recebem do filho compensa o que lhe deram. E mais: também pensam que fizeram bem ao filho. Sacrificam-se mas sentem-se recompensados.Num casamento feliz, cada um pensa que tem mais a perder do que o outro, caso o casamento desapareça. Sente que, se isso acontecer, fica sem nada. É do amor. Só perdeu o casamento deles, que eles criaram, mas sente que perdeu tudo: ela, o casamento deles e ele próprio, por já não se reconhecer sozinho, por já não saber quem é - ou querer estar com essa pessoa que ele é.

Se o casamento for pensado e vivido como uma troca vantajosa - tu dás-me isto e eu dou-te aquilo e ambos ficamos melhores do que se estivéssemos sozinhos -, até pode ser feliz, mas não é um casamento de amor.

Quando se ama, não se consegue pensar assim. E agora vem a parte em que se percebe que estes conselhos de nada valem - porque quando se ama e se é amado, é fácil ser-se feliz. É uma sorte estar-se casado com a pessoa que se ama, mesmo que ela não nos ame.

Ouvir um casado feliz a falar dos segredos de um casamento feliz é como ouvir um bilionário a explicar como é que se deve tomar conta de uma frota de aviões particulares - quantos e quais se devem comprar e quais as garrafas que se deve ter no bar, para agradar aos convidados.

Dirijo-me então às únicas pessoas que poderão aproveitar os meus conselhos: homens apaixonados pelas mulheres com quem estão casados.

E às mulheres apaixonadas pelos homens com quem estão casadas? Não tenho nada a dizer. Até porque a minha mulher continua a ser um mistério para mim. É um mistério que adoro, mas constitui uma ignorância especulativa quase total.

Assim chego ao primeiro conselho: os homens são homens e as mulheres são mulheres. A mulher pode ser muito amiga, mas não é um gajo. O marido pode ser muito amigo, mas não é uma amiga.

Nos livros profissionais, dizem que a única grande diferença entre homens e mulheres é a maneira como "lidam com o conflito": os homens evitam mais do que as mulheres. Fogem. Recolhem-se, preferem ficar calados.

Por acaso é verdade. Os livros podem ser da treta mas os homens são mais fugidios.

Em vez de lutar contra isso, o marido deve ceder a essa cobardia e recolher-se sempre que a discussão der para o torto. Não pode ser é de repente. Tem de discutir (dizê-las e ouvi-las) um bocadinho antes de fugir.

Não pode é sair de casa ou ir ter com outra pessoa. Deve ficar sozinho, calado, a fumegar e a sofrer. Ele prende-se ali para não dizer coisas más.

As más coisas ditas não se podem desdizer. Ficam ditas. São inesquecíveis. Ou, pior ainda, de se repetirem tanto, banalizam-se. Perdem força e, com essa força, perde-se muito mais.

As zangas passam porque são substituídas pela saudade. No momento da zanga, a solidão protege-nos de nós mesmos e das nossas mulheres. Mas pouco - ou muito - depois, a saudade e a solidão tornam-se insuportáveis e zangamo-nos com a própria zanga. Dantes estávamos apenas magoados. Agora continuamos magoados mas também estamos um bocadinho arrependidos e esperamos que ela também esteja um bocadinho.

Nunca podemos esconder os nossos sentimentos mas podemos esconder-nos até poder mostrá-los com gentileza e mágoa que queira mimo e não proclamação.

Consiste este segredo em esperar que o nosso amor por ela nos puxe e nos conduza. A tempestade passa, fica o orgulho mas, mesmo com o orgulho, lá aparece a saudade e a vontade de estar com ela e, sobretudo, empurrador, o tamanho do amor que lhe temos comparado com as dimensões tacanhas daquela raivinha ou mágoa. Ou comparando o que ganhamos em permanecer ali sozinhos com o que perdemos por não estar com ela.

Mas não se pode condescender ou disfarçar. Para haver respeito, temos de nos fazer respeitar. Tem de ficar tudo dito, exprimido com o devido amuo de parte a parte, até se tornar na conversa abençoada acerca de quem é que gosta menos do outro.Há conflitos irresolúveis que chegam para ginasticar qualquer casal apaixonado sem ter de inventar outros. Assim como o primeiro dever do médico é não fazer mal ao doente, o primeiro cuidado de um casamento feliz é não inventar e acrescentar conflitos desnecessários.

No dia-a-dia, é preciso haver arenas designadas onde possamos marrar uns com os outros à vontade. No nosso caso, é a cozinha. Discutimos cada garfo, cada pitada de sal, cada lugar no frigorífico com desabrida selvajaria.

Carregamos a cozinha de significados substituídos - violentos mas saudáveis e, com um bocadinho de boa vontade, irreconhecíveis. Não sabemos o que representam as cores dos pratos nas discussões que desencadeiam. Alguma coisa má - competitiva, agressiva - há-de ser. Poderíamos saber, se nos déssemos ao trabalho, mas preferimos assim.

A cozinha está encarregada de representar os nossos conflitos profundos, permanentes e, se calhar, irresolúveis. Não interessa. Ela fornece-nos uma solução superficial e temporária - mas altamente satisfatória e renovável. Passando a porta da cozinha para irmos jantar, é como se o diabo tivesse ficado lá dentro.

Outro coliseu de carnificina autorizada, que mesmo os casais que não podem um com o outro têm prazer em frequentar, é o automóvel. Aí representamos, através da comodidade dos mapas e das estradas mesmo ali aos nossos pés, as nossas brigas primais acerca das nossas autonomias, direcções e autoridades para tomar decisões que nos afectam aos dois, blá blá blá.

Vendo bem, os casamentos felizes são muito mais dramáticos, violentos, divertidos e surpreendentes do que os infelizes. Nos casamentos infelizes é que pode haver, mantidas inteligentemente as distâncias, paz e sossego no lar.

Miguel Esteves Cardoso, Jornal "Público", 25 Outubro 2010



Na minha opinião, Miguel Esteves Cardoso fantástico como sempre!

20/10/2010

To Be Happy !



"Ask most people what they want out of life and the answer is simple - to be happy !
Maybe it's this expectation though of wanting to be happy that just keeps us from ever getting there. Maybe the more we try to will ourselves to state's of bliss, the more confused we get - to the point where we don't recognize ourselves. 
Instead we just keep smiling - trying to be the happy people we wish we were. Until it eventually hits us, it's been there all along. Not in our dreams or our hopes but in the known, the comfortable, the familiar."



17/10/2010

O que sinto quando tenho Saudades







Primeiro uma sensação de nada, um vazio de tal forma profundo que não nos permite sentir o que quer que seja, o nosso coração gela e fica suspenso no tempo.

Não sei ao certo durante quanto tempo me senti assim, no entanto ainda tenho momentos em que paro e gelo, em que não me apetece ser nada nem ninguém, o coração fica pequeno e sem espaço, recusa-se simplesmente em acreditar.

Mais tarde, porque a vida tem de continuar, encontram-se estratégias, formas de ignorar e acaba-se por viver um pouco num mundo de faz de conta em que dia após dia agimos como se nada tivesse acontecido.
Na realidade não muda nada. Fechar os olhos e imaginar um mundo nosso só adia o inevitável.

Vai sempre existir um momento na vida, que de tão feliz ou de tão triste, vai despertar todos os sentimentos adormecidos que ficaram escondidos e camuflados.
Nesse momento as saudades são tantas que só nos apetece chorar, gritar, gritar bem alto o quanto foi injusto para nós, que nada nem ninguém tinha esse direito, o direito de arrancar a vida dos nossos heróis, de os roubar de nós. 

Dia após dia vamos dando mais um passo para aceitar e tentamos dar o melhor de nós em tudo o que fazemos porque sabemos o quanto os fará sentir orgulhosos.
Seremos fortes, seremos guerreiros, nunca iremos desistir de nada! ...só para imaginar um sorriso no rosto que nos irá reconfortar e aquecer o coração.

Por mais lembranças que tenha, memórias guardadas a sete chaves, cheiros, palavras, momentos, fotografias, nada substitui o abraço que tanta falta me faz e do qual tenho tantas saudades.


"A saudade é a memória do coração." 
(Coelho Neto)


16/10/2010

I Love What I Do






" - Why would you want to put yourself through this again?

- Because I love what I do more than anything. You don't find something you love that much and let it go. You hold on to it and throw yourself in deeper. "



15/10/2010

...e eu sou Rainha! :)






... e porque existem pessoas que valem por mil, aqui vai o som do despertar matinal e inicio de um belo dia!

Eat Pray Love




ADOREI, ADOREI e ADOREI !

É daqueles filmes que nos fazem pensar na vida, com o qual nos identificamos na maior parte dos momentos (pelo menos eu, e meu Deus como me identifico), que nos faz pensar que "não estamos sozinhas", que nos dá força, nos faz sentir ao ponto de largar umas lágrimas, nos faz sorrir e principalmente nos deixa com um conjunto de mensagens bem produtivas para a nossa vida em geral.

Uma das que eu retirei: " Para entrar no Castelo é preciso passar pelo fosso "



Sinopse:

"Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deseja – um marido, uma casa, uma carreira bem sucedida. Mas ainda sim, como muitas outras pessoas, sente-se perdida, confusa e em busca do que realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert saí da sua zona de conforto, arriscando tudo para mudar de vida, embarcando numa jornada à volta do mundo que se transforma numa procura por auto-conhecimento. Nas suas viagens descobre o verdadeiro prazer da gastronomia em Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo."

e aqui vai o trailer oficial para os mais curiosos ;)

http://www.youtube.com/watch?v=mjay5vgIwt4




14/10/2010

Take that Chance !






They say the bigger your investment, the bigger your return. But you have to be willing to take a chance. You have to understand, you might lose it all. But if you take that chance, if you invest wisely the pay off might just surprise you. "





11/10/2010

Txarammmmmmmm





Perdoem-me a expressão, perdoem-me o desabafo, mas realmente tenho de o atirar aqui para o espaço cibernético para ver se isto me alivia o desconforto...

MAS "CA" GRANDE CABRÃO!!!!

Ufa!!! Já está! :) Bem mais leve agora!
Muito obrigada por este bocadinho que tão bem me soube!
Quando uma pessoa acha que um ser, na pior das hipóteses, pode ser composto apenas  por inércia e falta de maturidade... engana-se... educação, respeito, humildade, personalidade e novamente maturidade, CADÊ?! ...ai valores valores, onde andais vós!


10/10/2010

Step by Step





" Be yourself in this world that is constantly trying to make you something else.

It will be your major achievement "

Ralph Waldo Emerson


08/10/2010

Sim estou Feliz, tenho o som da chuva nas minhas janelas =)



Temos o péssimo hábito de nos queixarmos da vida por tudo e por nada, de acharmos que somos as pessoas mais azaradas do mundo e arredores , que as desgraças são todas escolhidas a dedo para a nossa pessoa e que com tanta energia negativa à nossa volta nunca vamos ter sorte na vida.

Pois bem, a vida realmente não me corre como eu gostaria e sou capaz de por vezes me deixar inundar por um conjunto de pensamentos negativos que acabam por me incluir no grupo de pessoas que acham que atraem tudo o que de ruim pode existir à face da terra. É verdade... posso ter espirito lutador para tudo e mais um par de botas mas também não sou de ferro ok?! :)

No entanto só por hoje estou bem e por mais estranho que possa parecer Estou Feliz!

O Outono está de volta (o Verão foi espectacular mas já estava na altura de nos dar uma folga) e com ele estão de volta as pantufas dos leões e ursinhos, os cachecóis de mil cores, os gorros, as galochas, os casacos que já tantas saudades tinha de usar e aquelas meias de bonecos pirosas mas que eu adoro!
Para alem de tudo isto tenho o som fantástico da chuva nas minhas janelas, o que para mim é uma grande novidade porque me mudei para este apartamento no verão.

Sim estou Feliz, tenho o som da chuva nas minhas janelas, sou uma sortuda !  =)


06/10/2010

We may look the same but...



Every cell in the human body regenerates on average every seven years. Like snakes, in our own way we shed our skin. Biologically we are brand new people. We may look the same, we probably do, the change isn't visible at least in most of us, but we are all changed completely forever.